quinta-feira, 30 de junho de 2011

Seminário de Sociologia

  SOCIEDADE DE CONSUMO-Apresentação em sala

Aluna:Michelli dos Santos nº31  1º''A''
Profº Vanja

Conceito de Sociedade de Consumo

A expressão Sociedade de Consumo designa uma sociedade característica do mundo desenvolvido em que a oferta excede geralmente a procura, os produtos são normalizados e os padrões de consumo estão massificados. O surgimento da sociedade de consumo decorre directamente do desenvolvimento industrial que a partir de certa altura, e pela primeira vez em milénios de história, levou a que se tornasse mais difícil vender os produtos e serviços do que fabricá-los. Este excesso de oferta, aliado a uma enorme profusão de bens colocados no mercado, levou ao desenvolvimento de estratégias de marketing extremamente agressivas e sedutoras e às facilidades de crédito quer das empresas industriais e de distribuição, quer do sistema financeiro.

Características da sociedade de consumo:

As principais características da sociedade de consumo são as seguintes:

. Para a maioria dos bens, a sua oferta excede a procura, levando a que as empresas recorram a estratégias de marketing agressivas e sedutoras que induzem o consumidor a consumir, permitindo-lhes escoar a produção.

. A maioria dos produtos e serviços estão normalizados, os seus métodos de fabrico baseiam-se na produção em série e recorre-se a estratégias de obsolescência programada que permita o escoamento permanente dos produtos e serviços.

. Os padrões de consumo estão massificados e o consumo assume as características de consumo de massas, em que se consome o que está na moda apenas como forma de integração social.

. Existe uma tendência para o consumismo (um tipo de consumo impulsivo, descontrolado, irresponsável e muitas vezes irracional).
CONCLUSÃO DO GRUPO:

Nessa sociedade as pessoas acabam comprando, consumindo
sem precisar,só para ter o simples prazer de dizer que comprou ou para
ter mais coisas na sua coleção.Muitas delas são do tipo consumista impulsiva,ou 
seja, não sabe se controlar diante de algo que a chama atenção ou que esteje com 
um preço baixo do normal.
                    Anexos


   

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mapa de Conceito-Sociologia - Filosofia

E.E.ADVENTOR DIVINO DE ALMEIDA
PROFº VANJA
ALUNA:MICHELLI DOS SANTOS Nº31
ANO: 1º''A''



MAPA DE CONCEITO-Sociologia


                                           MAPA DE CONCEITO-Filosofia



segunda-feira, 27 de junho de 2011

Tipos de Sociedade-profºVanja-Sociologia

Conceito de Sociedade de Consumo

A expressão Sociedade de Consumo designa uma sociedade característica do mundo desenvolvido em que a oferta excede geralmente a procura, os produtos são normalizados e os padrões de consumo estão massificados. O surgimento da sociedade de consumo decorre diretamente do desenvolvimento industrial que a partir de certa altura, e pela primeira vez em milênios de história, levou a que se tornasse mais difícil vender os produtos e serviços do que fabricá-los. Este excesso de oferta, aliado a uma enorme profusão de bens colocados no mercado, levou ao desenvolvimento de estratégias de marketing extremamente agressivas e sedutoras e às facilidades de crédito quer das empresas industriais e de distribuição, quer do sistema financeiro. Características da sociedade de consumo:
As principais características da sociedade de consumo são:
 Para a maioria dos bens, a sua oferta excede a procura, levando a que as empresas recorram a estratégias de marketing agressivas e sedutoras que induzem o consumidor a consumir, permitindo-lhes escoar a produção.

. A maioria dos produtos e serviços está normalizada, os seus métodos de fabrico baseiam-se na produção em série e recorre-se a estratégias de obsolescência programada que permita o escoamento permanente dos produtos e serviços.

. Os padrões de consumo estão massificados e o consumo assume as características de consumo de massas, em que se consome o que está na moda apenas como forma de integração social.

. Existe uma tendência para o consumismo (um tipo de consumo impulsivo, descontrolado, irresponsável e muitas vezes irracional).


Sociedade  Agrária:
 Possuíam grandes parte de terras, eram desenvolvidos e divididos em camadas sociais. Nesta sociedade não existiam a propriedade privada, todas as terras pertenciam ao Estado, onde controlavam a produção das aldeias, coordenando ou não as construções de importantes obras. As sociedades agrárias por terem desenvolvidos o avanço, eles dominaram as comunidades vizinhas, onde cobravam tributos e serviços. Esses serviços evoluíram para que acontecesse a MITA, o serviço coletivo obrigatório.
Apesar de não conhecer vários instrumentos, a sociedade desenvolveu grandes técnicas, como: irrigação. Utilizando os o cobre, o ouro e prata fabricaram armas, ferramentas.
Os grupos mais importantes da sociedade agrária foram os maias, astecas e os incas.

Sociedade do Conhecimento: O termo economia baseada em conhecimento (knowledge-based economy) pode ser definido como sendo “uma economia onde a criação e uso do conhecimento são o aspecto central das decisões e do crescimento econômico”[6], ou seja os bens e serviços que produzimos e consumimos são cada vez mais intangíveis, pois se tornaram cada vez mais intensivos em tecnologia e conhecimento.A nova economia, ou economia baseada em conhecimento, não se refere somente às indústrias de software, computação ou biotecnologia, ou a tecnologias da informação e a internet. Estamos falando também de novas fontes de vantagens competitivas como a capacidade de inovar e criar novos produtos e explorar novos mercados. E isto se aplica as todas as indústrias, sejam elas de alta tecnologia, manufatura, serviços, varejo ou agricultura. A economia baseada em conhecimento desloca o eixo da riqueza e do desenvolvimento de setores industriais tradicionais – intensivos em mão-de-obra, matéria-prima e capital - para setores cujos produtos, processos e serviços são intensivos em tecnologia e conhecimento.Mesmo na agricultura e na indústria de bens de consumo e de capital a competição é cada vez mais baseada na capacidade de transformar informação em conhecimento e conhecimento em decisões e ações de negócio. O valor dos produtos depende cada vez mais do percentual de inovação, tecnologia e inteligência a eles incorporadas.



Sociedade Civil



CONCEITO:
· Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, normalmente são sociedades civis, sem fins lucrativos, de direito privado e de interesse público.



Características
Promoção da assistência social.
Promoção da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico.
Promoção gratuita da educação, observando-se a forma complementar de participação das organizações.
Promoção gratuita da saúde, observando-se a forma complementar de participação das organizações.
Promoção de a segurança alimentar e nutricional.
Defesa, preservação, conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável.
Promoção do voluntariado.
Experimentação sem fins lucrativos de novos modelos socioprodutivos e de sistemas alternativos de produção, comércio, emprego e crédito.
Promoção de direitos estabelecidos, construção de novos direito e assessoria jurídica gratuita de interesse suplementar.
Promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e de outros valores universais.
Estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos que digam respeito às atividades mencionadas acima.

a) é uma sociedade de capitais. Nelas o que importa é a aglutinação de capitais, e não a pessoa dos acionistas, inexistindo o chamado “intuito personae” característico das sociedades de pessoas; b) divisão do capital em partes iguais, em regra, de igual valor nominal – ações. É na ação que se materializa a participação do acionista; c) responsabilidade do acionista limitada apenas ao preço das ações subscritas ou adquiridas. Isso significa dizer que uma vez integralizada a ação o acionista não terá mais nenhuma responsabilidade adicional, nem mesmo em caso de falência, quando somente será atingido o patrimônio da companhia; d) livre acessibilidade das ações. As ações, em regra, podem ser livremente cedidas, o que gera uma constante mutação no quadro de acionistas. Entretanto, poderá o Estatuto trazer restrições à cessão, desde que não impeça jamais a negociação (art. 36 da Lei 6.404/76). Desta forma, as ações são títulos circuláveis, tal como os títulos de crédito; e) possibilidade de subscrição do capital social mediante apelo ao público; f) uso exclusivo de denominação social ou nome de fantasia; g) finalmente, pode ser Companhia ABERTA ou FECHADA. Na Companhia ou Sociedade ABERTA os valores mobiliários de sua emissão são admitidos à negociação no mercado de valores mobiliários (art. 4o. da Lei 6.404/76). Na FECHADA, não. Há necessidade de que a Sociedade registre a emissão pública de ações no órgão competente – Comissão de Valores Mobiliários (Lei 6.385, de 7 de dezembro de 1976).

sábado, 14 de maio de 2011

Pré-socráticos-prof° Vanja - Filosofia

E.E.Adventor Divino de Almeida
Aluna:Michélli dos Santos de Oliveira n°31
Prof° Vanja 
 1° ano ''A''

                                     PRÉ- SOCRÁTICOS


 Tales de Mileto

Tales de Mileto – (+ ou- 640-548 a. C) Tales é considerado o pai da filosofia grega, o primeiro homem sábio. É de Tales   a frase de que á água é a origem de todas as coisas. Tudo seria alteração da  água, em diversos graus. O alimento de toda a coisa é úmido.


Anaximandro

Anaximandro – (+ ou – 610-547 a. C) é um filósofo da escola jônica, natural de Mileto e discípulo de Tales. Foi geógrafo, matemático, astrônomo e político. Afirmou que a origem de todas as coisas seria o apeíron, o infinito. O mundo se dissolveria nele  também. É apenas um mundo dentre muitos. O apeíron é eterno e indivisível, infinita e indestrutível. O princípio é o fundamento da geração de todas as coisas, a ordem do mundo evoluiu do caos em virtude deste princípio. 

 Anaxímenes

Anaxímenes – (+ ou – 588-524 a.C.) foi um filósofo da escola jônica, que tem  como característica básica explicar a origem do universo ou arché a partir de  uma substância única fundamental. Para ele. o universo resultaria das transformações do ar, da sua rarefação, o fogo, ou condensação, o vento, a nuvem, a água e a terra e por último pedra. Esse era o processo por qual passava uma substância primordial, e resultava na multiplicidade, os quatro elementos. O ar tinha o eterno elemento.


 Pitágoras

Pitágoras – (século VI a.C.) Conhece-se muito pouco sobre a vida desse filósofo, pois foi uma figura legendária, e é difícil distinguir o que é verdade e o que é mentira. Nasceu em Samos.Acreditava na divindade do número. O um é o ponto, o dois determina a linha, o três gera a superfície e o quatro produz o volume.

Xenófanes de Colofão

 Xenófanes de Colofão -(século IV a. C) atribui-se a ele a fundação da escola de Eléia. Levou vida errante, passou parte dela em Sicília.Em seus fragmentos defendeu um deus único, supremo, que não tinha a forma de homem. Realçou isso afirmando que os homens atribuem aos deuses características semelhantes a eles mesmos, que mudam de acordo com o povo. Se os animais tivessem mãos para realizarem obras, colocariam nos deuses suas características.


Heráclito de Éfeso

 
        Heráclito – (+ ou – 540-470 a. C) nasceu em Éfeso, cidade da Jônia, descendente do fundador da  cidade. É considerado o mais importante dos pré-socráticos.É o filósofo do devir, a lei do universo, tudo nasce se transforma e se dissolve, e todo o juízo seria falso, ultrapassado.

Parmênides

 Parmênides – (+ ou – 544-450 a. C) filósofo da escola eleática, da região de Eléia, hoje Vília, Itália. Parmênides encontrou a teoria do ser,   considerando o vir a ser. Temos de ignorar os sentidos e examinar as coisas com a força do pensamento. O que está fora do ser não é o ser, é nada, o ser é   um. 


Zenão, de Eléia  

         Zenão, de Eléia (século V a. C)- Nasceu na Eléia, e interviu na política, dando leis à sua pátria. Zenão teria deixado cerca  de quarenta argumentos, sendo que nove foram conservados pelo doxógrafos. São dispostos em problemas de grandeza, do espaço, do movimento e da percepção sensível.

Empédocles  

 Empédocles (+ ou – 490- 435 a. C) natural de Agrigento na Sicília. Refutou as teses que atribuem a origem do universo a um único elemento.
         Identificou quatro substâncias básicas, que ele chamou de raízes: a água, a terra, o fogo e o ar. Tudo se consiste desses quatro elementos, e as transformações que advêm a eles seriam visíveis a olho nu. Empédocles dizia que alguns animais vêem melhor de dia do que de noite, e vice versa. O   pensamento se produz com a sensação. 


Anaxágoras  

     Anaxágoras (+ ou - 499-428 a. C)- filósofo da escola jônica nascido na Ásia menor.Disse que as coisas corpóreas eram infinitas, e elas pareciam engendrar-se e destruir-se pela combinação e dissolução. No início, todas as coisas seriam infinitas em quantidade e pequenez, pois o pequeno também era infinito. Toda a matéria estava condensada. O ar e o éter são o maior conjunto de coisas.


Leucipo

     Leucipo (século V a. C) Filósofo grego, criador da teoria atomista, que foi desenvolvida por Demócrito.nenhuma coisa se engendra ao acaso, mas a partir da razão e da necessidade.


Melisso  

Melisso floresceu em cerca de 444/41 a.C. Nasceu em Samos, ilha do mar Egeu. Disse que o todo é imóvel, pois se movesse haveria vazio e o vazio é um não ser. Para ele tudo sempre existiu, e sempre existirá. O mundo é infinito. 

 Demócrito

     Demócrito (+ ou - 460-370 a. C) – nasceu em Abdera (Trácia).Desenvolveu a teoria de que tudo seria composto por partículas minúsculas indivisíveis e invisíveis a olho nu, inclusive a alma. Os átomos da alma se desintegrariam no momento da morte.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Sociologia- revolução industrial- prof°vanja

Escola Adventor Divino de Almeida
Nome: Michelli dos Santos
1°ano "A"  matutino
prof° Vanja

Revolução Industrial  
     A Revolução Industrial foi a transição de uma economia agrícola tradicional para uma economia caracterizada por processos de produção mecanizados.
     Com o início da revolução industrial, as pessoas começaram as migrar das áreas rurais para as áreas urbanas, tornando muitos países industrializados.
     A revolução industrial caracterizou-se por sucessivas inovações tecnológicas, como:
  • Aparecimentos de maquinas modernas, com isso a forças realizada pelos homens foram substituídas pelas maquinas, facilitando e agilizando o trabalho.
  • A utilização do vapor para acionar as maquinas, substituindo a energia muscular, eólica e hidráulica.
  • Obtenção de novas matérias-primas para a produção.
     Após anos esse desenvolvimento econômico se expandiu para outros países, expressando seu sentido econômico, sociológico, antropológico e político.
     Até chegarmos no dia de hoje onde a industrialização tomou conta do mundo, tornando tudo mais moderno e mecanizado.

sexta-feira, 15 de abril de 2011