quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Síntese Protéica-Biologia

Escola Estadual Adventor Divino de Almeida.
Campo Grande,25 de agosto de 2011.
Profª Carol
Aluna:Michelli dos Santos n° 31
1° ano ''A''
                                       Síntese  Protéica

A transcricão é  um  processo de  decodificação  da  mensagem  contida Num  gene  para  uma fita de RNA(Figura 8)e é realizado por uma enzimachamada RNA polimerase. Pelo fato dos promotores (seqüências regulatórias dos genes) possuirem seqüências de nucleotídeos comuns (conservadas), esta enzima as reconhece e liga-se nelas, dando início à síntese da molécula de mRNA (transcrição),o que explica como a enzima RNA polimerase consegue reconhecer o lugar onde se ligar. A mólecula de RNA que é produzida pode ser um mRNA(RNA mensageiro), um rRNA (RNA ribosomal) ou um tRNA(RNA transportador). Uma molécula de RNA mensageiro contém a informação para produzir proteínas.

A tradução é o processo de  síntese ou  fabricação de proteínas
(construção da cadeia de aminoácidos). Para a fabricação das proteínas é necessário que estruturas celulares chamadas ribossomos decodifiquem a mensagem contida na molécula de mRNA(RNA mensageiro) para uma cadeia de aminoácidos. A decodificação está baseada em trincas de nucleotídeos, chamadas codons, que são usados para especificar o aminoácido. A correspondência entre uma trinca de nucleotídeos e um aminoácido é chamada de código genético (apresentada na Tabela 1). Combinando os 4 nucleotídeos em triplas obtém-se 64 combinações. Embora esse número seja superior aos 20 aminoácidos existentes, mais do que um codon pode representar um mesmo aminoácido. Dentre os codons possíveis, 3 não especificam aminoácidos, e referem-se a sinais de terminação da síntese de um cadeia de aminoácidos. Esses codons são chamados de codons de parada (stop codons). O código genético estabelece também um codon de início (start codon), pelo qual começa o processo de tradução do mRNA. Na maioria das proteínas o codon de início especifica o aminoácido metionina, que também está presente no interior das cadeias. Sumariamente, o processo de tradução é realizado da seguinte maneira: ao combinar-se com os ribossomos, o mRNA tem sua seqüência de codons lida, e para cada codon o respectivo tRNA é atraído até os ribossomos, e pela complementariedade de bases é feita a ligação entre o codon (do mRNA) e o anticodon (do tRNA), liberando o aminoácido carregado pelo tRNA que é então ligado à cadeia crescente do polipeptideo. Moléculas de tRNA ou RNA transportador (=transfer RNA) agem como adaptadores entre a seqüência codificante dos nucleotídeos do mRNA e o aminoácido que é codificado. Uma ponta dessa molécula carrega o aminoácido e uma outra ponta consiste de uma seqüência de três nucleotídeos conhecida como anticodon. A síntese da proteína é encerrada quando os ribossomos encontram um codon de parada no mRNA.




O processo de síntese protéica: O RNA mensageiro passa para o citoplasma onde irá ligar-se à subunidade de um ribossomo; o ribossomo cobre dois códons (seqüência de três bases nitrogenadas) e cada códon liga-se o anticódon especifico de um RNA transportador e o aminoácido que está lidado à extremidade CCA do RNAt se liga ao outro aminoácido do RNAt, ou seja, ocorre uma ligação peptídica entre os dois aminoácidos dos RNAts na subunidade maior do ribossomo, então o ribossomo ou RNAm se deslocam (se o RNAm ligar-se à subunidade menor de um ribossomo “solto” no citoplasma, o ribossomo move-se, mas se o RNAm ligar-se à subunidade menor de um ribossomo que está na parede do reticulo endoplasmático rugoso, o RNAm move-se), onde o primeiro códon é descoberto e o códon seguinte é coberto. Neste ocorre o mesmo processo já citado, então isso ocorre até chegar ao códon terminal (o ultimo códon do RNAm) e então formou-se nesse processo uma cadeia de aminoácidos, que é a proteína. Vale lembrar que o processo acaba no códon terminal, porque ele não tem um anticódon correspondente, cessando o processo e acabando o processo de síntese protéica.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Seminário de Sociologia

  SOCIEDADE DE CONSUMO-Apresentação em sala

Aluna:Michelli dos Santos nº31  1º''A''
Profº Vanja

Conceito de Sociedade de Consumo

A expressão Sociedade de Consumo designa uma sociedade característica do mundo desenvolvido em que a oferta excede geralmente a procura, os produtos são normalizados e os padrões de consumo estão massificados. O surgimento da sociedade de consumo decorre directamente do desenvolvimento industrial que a partir de certa altura, e pela primeira vez em milénios de história, levou a que se tornasse mais difícil vender os produtos e serviços do que fabricá-los. Este excesso de oferta, aliado a uma enorme profusão de bens colocados no mercado, levou ao desenvolvimento de estratégias de marketing extremamente agressivas e sedutoras e às facilidades de crédito quer das empresas industriais e de distribuição, quer do sistema financeiro.

Características da sociedade de consumo:

As principais características da sociedade de consumo são as seguintes:

. Para a maioria dos bens, a sua oferta excede a procura, levando a que as empresas recorram a estratégias de marketing agressivas e sedutoras que induzem o consumidor a consumir, permitindo-lhes escoar a produção.

. A maioria dos produtos e serviços estão normalizados, os seus métodos de fabrico baseiam-se na produção em série e recorre-se a estratégias de obsolescência programada que permita o escoamento permanente dos produtos e serviços.

. Os padrões de consumo estão massificados e o consumo assume as características de consumo de massas, em que se consome o que está na moda apenas como forma de integração social.

. Existe uma tendência para o consumismo (um tipo de consumo impulsivo, descontrolado, irresponsável e muitas vezes irracional).
CONCLUSÃO DO GRUPO:

Nessa sociedade as pessoas acabam comprando, consumindo
sem precisar,só para ter o simples prazer de dizer que comprou ou para
ter mais coisas na sua coleção.Muitas delas são do tipo consumista impulsiva,ou 
seja, não sabe se controlar diante de algo que a chama atenção ou que esteje com 
um preço baixo do normal.
                    Anexos


   

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mapa de Conceito-Sociologia - Filosofia

E.E.ADVENTOR DIVINO DE ALMEIDA
PROFº VANJA
ALUNA:MICHELLI DOS SANTOS Nº31
ANO: 1º''A''



MAPA DE CONCEITO-Sociologia


                                           MAPA DE CONCEITO-Filosofia



segunda-feira, 27 de junho de 2011

Tipos de Sociedade-profºVanja-Sociologia

Conceito de Sociedade de Consumo

A expressão Sociedade de Consumo designa uma sociedade característica do mundo desenvolvido em que a oferta excede geralmente a procura, os produtos são normalizados e os padrões de consumo estão massificados. O surgimento da sociedade de consumo decorre diretamente do desenvolvimento industrial que a partir de certa altura, e pela primeira vez em milênios de história, levou a que se tornasse mais difícil vender os produtos e serviços do que fabricá-los. Este excesso de oferta, aliado a uma enorme profusão de bens colocados no mercado, levou ao desenvolvimento de estratégias de marketing extremamente agressivas e sedutoras e às facilidades de crédito quer das empresas industriais e de distribuição, quer do sistema financeiro. Características da sociedade de consumo:
As principais características da sociedade de consumo são:
 Para a maioria dos bens, a sua oferta excede a procura, levando a que as empresas recorram a estratégias de marketing agressivas e sedutoras que induzem o consumidor a consumir, permitindo-lhes escoar a produção.

. A maioria dos produtos e serviços está normalizada, os seus métodos de fabrico baseiam-se na produção em série e recorre-se a estratégias de obsolescência programada que permita o escoamento permanente dos produtos e serviços.

. Os padrões de consumo estão massificados e o consumo assume as características de consumo de massas, em que se consome o que está na moda apenas como forma de integração social.

. Existe uma tendência para o consumismo (um tipo de consumo impulsivo, descontrolado, irresponsável e muitas vezes irracional).


Sociedade  Agrária:
 Possuíam grandes parte de terras, eram desenvolvidos e divididos em camadas sociais. Nesta sociedade não existiam a propriedade privada, todas as terras pertenciam ao Estado, onde controlavam a produção das aldeias, coordenando ou não as construções de importantes obras. As sociedades agrárias por terem desenvolvidos o avanço, eles dominaram as comunidades vizinhas, onde cobravam tributos e serviços. Esses serviços evoluíram para que acontecesse a MITA, o serviço coletivo obrigatório.
Apesar de não conhecer vários instrumentos, a sociedade desenvolveu grandes técnicas, como: irrigação. Utilizando os o cobre, o ouro e prata fabricaram armas, ferramentas.
Os grupos mais importantes da sociedade agrária foram os maias, astecas e os incas.

Sociedade do Conhecimento: O termo economia baseada em conhecimento (knowledge-based economy) pode ser definido como sendo “uma economia onde a criação e uso do conhecimento são o aspecto central das decisões e do crescimento econômico”[6], ou seja os bens e serviços que produzimos e consumimos são cada vez mais intangíveis, pois se tornaram cada vez mais intensivos em tecnologia e conhecimento.A nova economia, ou economia baseada em conhecimento, não se refere somente às indústrias de software, computação ou biotecnologia, ou a tecnologias da informação e a internet. Estamos falando também de novas fontes de vantagens competitivas como a capacidade de inovar e criar novos produtos e explorar novos mercados. E isto se aplica as todas as indústrias, sejam elas de alta tecnologia, manufatura, serviços, varejo ou agricultura. A economia baseada em conhecimento desloca o eixo da riqueza e do desenvolvimento de setores industriais tradicionais – intensivos em mão-de-obra, matéria-prima e capital - para setores cujos produtos, processos e serviços são intensivos em tecnologia e conhecimento.Mesmo na agricultura e na indústria de bens de consumo e de capital a competição é cada vez mais baseada na capacidade de transformar informação em conhecimento e conhecimento em decisões e ações de negócio. O valor dos produtos depende cada vez mais do percentual de inovação, tecnologia e inteligência a eles incorporadas.



Sociedade Civil



CONCEITO:
· Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, normalmente são sociedades civis, sem fins lucrativos, de direito privado e de interesse público.



Características
Promoção da assistência social.
Promoção da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico.
Promoção gratuita da educação, observando-se a forma complementar de participação das organizações.
Promoção gratuita da saúde, observando-se a forma complementar de participação das organizações.
Promoção de a segurança alimentar e nutricional.
Defesa, preservação, conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável.
Promoção do voluntariado.
Experimentação sem fins lucrativos de novos modelos socioprodutivos e de sistemas alternativos de produção, comércio, emprego e crédito.
Promoção de direitos estabelecidos, construção de novos direito e assessoria jurídica gratuita de interesse suplementar.
Promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e de outros valores universais.
Estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos que digam respeito às atividades mencionadas acima.

a) é uma sociedade de capitais. Nelas o que importa é a aglutinação de capitais, e não a pessoa dos acionistas, inexistindo o chamado “intuito personae” característico das sociedades de pessoas; b) divisão do capital em partes iguais, em regra, de igual valor nominal – ações. É na ação que se materializa a participação do acionista; c) responsabilidade do acionista limitada apenas ao preço das ações subscritas ou adquiridas. Isso significa dizer que uma vez integralizada a ação o acionista não terá mais nenhuma responsabilidade adicional, nem mesmo em caso de falência, quando somente será atingido o patrimônio da companhia; d) livre acessibilidade das ações. As ações, em regra, podem ser livremente cedidas, o que gera uma constante mutação no quadro de acionistas. Entretanto, poderá o Estatuto trazer restrições à cessão, desde que não impeça jamais a negociação (art. 36 da Lei 6.404/76). Desta forma, as ações são títulos circuláveis, tal como os títulos de crédito; e) possibilidade de subscrição do capital social mediante apelo ao público; f) uso exclusivo de denominação social ou nome de fantasia; g) finalmente, pode ser Companhia ABERTA ou FECHADA. Na Companhia ou Sociedade ABERTA os valores mobiliários de sua emissão são admitidos à negociação no mercado de valores mobiliários (art. 4o. da Lei 6.404/76). Na FECHADA, não. Há necessidade de que a Sociedade registre a emissão pública de ações no órgão competente – Comissão de Valores Mobiliários (Lei 6.385, de 7 de dezembro de 1976).